Consumo de dois ou mais
refrigerantes adocicados por semana pode aumentar o risco de desenvolvimento de
câncer no pâncreas, segundo dados do Singapore Chinese Health Study
O estudo Singapore Chinese
Health Study avalia há 14 anos os hábitos dietéticos, as
atividades físicas e a exposição ambiental de mais de 60 mil habitantes de
Cingapura. As conclusões publicadas no periódico Cancer
Epidemiology, Biomarkers & Prevention,
mostram que o consumo regular de refrigerantes adocicados pode aumentar o risco
de desenvolver câncer1 de pâncreas2.
O câncer pode ser evitado.
Esse é o lema da campanha que será promovida este ano pela International
Union Against Cancer (UICC) no próximo dia 4 de fevereiro, Dia Mundial
Contra o Câncer. A campanha que conta com o apoio da Organização Mundial da
Saúde (OMS) tem como objetivo aumentar a sensibilização para prevenção do
Câncer.
Estudo sugere que as mulheres que vivem em zonas urbanas estão mais expostas aos xenoestrogênios ambientais (compostos industriais que têm atividade semelhante ao estrogênio), os quais podem aumentar o risco de desenvolvimento de tumores malignos relacionados a estímulos hormonais.
Estudo realizado pela International Agency for Research on Cancer e publicado pelo British Journal of Cancer relata que a atividade sexual precoce pode aumentar o risco de câncer do colo do útero.
Estudo publicado no The Journal of the American Medical Association (JAMA) mostra que o consumo de soja é inversamente associado à mortalidade1 e à recorrência do câncer2 de mama.
Cientistas
desenvolvem “nanogaiolas” de ouro que podem ser abertas e fechadas com uma
fonte de luz. Objetivo é obter sistema inteligente capaz de direcionar
medicamentos a tecidos específicos (Foto: Divulgação)
Em 1990, um estudo da OMS (Organização Mundial
de Saúde) separou a totalidade de doenças de acordo com o ajuste de anos de
vida perdidos devido à doenças específicas. Neste trabalho, é relatado o
conjunto de doenças devidas à exposição à radiação ultravioleta.